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Vamos começar com 2 exemplos:

 

Experiência A: você entra na loja, procura um produto específico já com uma noção de valores, é atendido prontamente por um vendedor muito simpático que te oferece um bom desconto, a venda é rápida e você sai satisfeito com a possibilidade de voltar.

 

Experiência B: você procura uma academia perto do trabalho e lembrou de um panfleto que recebeu ontem, o preço é bacana e você vai fazer uma aula experimental no dia seguinte mas observa o seguinte: os aparelhos são velhos, o professor não te dá atenção e a academia não tem uma climatização adequada. Apesar do preço inferior ao da concorrência, você desiste e ainda comenta com os colegas os alertando.

 

Experiências como estas acontecem com mais frequência na vida digital, e ocorrem muito mais rápido, em poucos minutos o cliente pode optar entre 10 lojas, marcas ou serviços online. Por isso, “passar uma boa impressão” do negócio no meio digital é tão importante, tanto que o UX se tornou um departamento em algumas empresas.

 

O que é UX?

 

O design de um site é só a ponta do iceberg do UX (User Experience). Projetar um site vai muito além da aparência, é pensar no produto, em facilitar a forma como o público utiliza o site, evitar frustrações na utilização e oferecer uma experiência memorável.

 

“O User Experience, abrange todos os aspectos da interação do usuário final com a empresa, seus serviços e seus produtos.” [NN/g – Nielsen Norman Group]

 

O UX (User Experience) torna a experiência do usuário com o seu negócio online agradável, fácil de usar e com uma interação fluida. Para propiciar uma experiência completa o UX conta com seis disciplinas:

 

  • Arquitetura da Informação: é como o sistema é organizado, com um estudo do comportamento e das necessidades do usuário.
  • Usabilidade: garante que seu site seja fácil de usar, tanto num computador como num smartphone, sem transtornos ou demoras.
  • Design de Interação: entender e definir o comportamento das interfaces quando o usuário interage com elas.
  • Taxonomia: classificar e distribuir sistematicamente a informação de forma que faça sentido para o usuário.
  • Design Visual: entendimento e definição dos porquês do produto e utilização de ferramentas de design (cores, forma, tipografia…) para alcançar o sucesso.
  • Pesquisa com Usuário: entender o público-alvo para oferecer o melhor produto possível e satisfazer suas necessidades.

Se tudo isso deu certo, se todas disciplinas foram aplicadas com sucesso, seu produto ou marca agora é útil, fácil de usar e é desejado.

 

E o que você ganha com isso?

 

Competitividade: o mercado está exigente e como nos exemplos citados, quem fornece uma boa experiência sai na frente e seu produto ou serviço é mais bem aceito pelos usuários.

 

Fidelização: a experiência positiva, assim como na loja física, faz o cliente voltar. E quando um usuário fica satisfeito ao utilizar o site da sua empresa ele acaba divulgando para outras pessoas.

 

Aumento de Vendas: um estudo (http://pt.slideshare.net/inusese/the-roi-of-good-user-experience-sdsc-2013) feito por uma agência de design sueca, a Creative Good, constatou que oferecer uma melhor experiência aos usuários foi responsável por um aumento de 40% nas vendas.

 

Valorização da marca: fornecer um produto pensando na experiência e nas necessidades do público-alvo, valoriza o produto e pode criar uma relação emocional com a marca.

 

Antigamente, os sites eram básicos e pensados em apenas informar e em ter um visual bacana, não existia a questão da visualização em smartphones por exemplo. Hoje, toda nossa experiência na internet é interativa e multi plataforma, e não é apresentando o básico que se encantará o cliente. Atualmente, pensar na experiência do usuário pode ser a chave do sucesso de qualquer negócio.

 

 

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